Transforme seu lixo em adubo
O lixo orgânico que produzimos em casa – cascas de frutas e legumes, cascas de ovos, pó de café, restos de grama cortada, folhas e galhos secos, etc – pode se transformar em um excelente adubo para as plantas. Num espaço pequeno dá para produzir composto orgânico seguindo estas dicas simples:
1. Quem tem espaço com chão de terra no quintal pode separar um canteiro para fazer a compostagem. Quem não tem, pode improvisar usando um recipiente grande, lembrando de fazer alguns furos laterais para a saída de ar;
2. Os resíduos podem ser colocados em camadas e não precisam ser separados por tipo, mas é interessante colocar em camadas alternadas de resíduos (cascas de frutas, legumes, ovos e outros), com camadas de folhas, palha, serragem ou mesmo terra. Para acelerar a decomposição e evitar o aparecimento de moscas, recomenda-se cobrir tudo com uma lona;
3. Regar o conteúdo e, de dois em dois dias, revirar o recipiente com alguma de ferramenta de jardim. Essa operação é importante para arejar o material em decomposição. No caso da composteira feita no chão, ela deve ter mais ou menos 60 cm de altura e 1 metro de largura. A cada 15 dias é importante virar o monte, para facilitar a decomposicão. Em razão da ação de bactérias e fungos, o material pode esquentar até 60 graus, por isso devemos molhar de vez em quando, para diminuir a temperatura e manter a umidade, porém, sem encharcar;
4. Após algumas semanas o material adquire uma coloração marrom escura, semelhante à cor do café. Dá para perceber que o composto está pronto quando não se sente mais um “cheiro ruim” e sim um “cheiro de terra”, além disso, a aparência é bem homogênea e a temperatura, ambiente (lembre-se que, durante o período de decomposição, com a ação das bactérias, a temperatura sobe bastante);
5. Depois de pronto, o composto orgânico já pode ser misturado à terra do jardim, da horta e dos vasos.
São plantas adaptadas a ambientes extremamente quentes ou áridos, apresentando ampla variação anatômica e capacidade fisiológica de conservar água. Seus caules são formados de estruturas suculentas, enquanto suas folhas transformaram-se nos espinhos pelos quais os cactos são bem conhecidos.
Os espinhos podem parecer hostis, mas fazem parte da estratégia de sobrevivência da planta, natural de clima árido e terrenos difíceis, transmitindo proteção e segurança ao seu portador.