Sete pecados financeiros para abandonar desde já!
Pecado nº 2: Não conferir o extrato bancário – Entregar todo o dinheiro nas mãos do banco e nem acompanhar o que anda acontecendo com ele não é atitude de quem dá valor ao que ganha. Entender exatamente quais são as tarifas que o banco desconta da sua conta é fundamental. Confira. Se não entender a cobrança, questione. Se não ficar satisfeito, ligue no Banco Central ou no Procon.
Pecado nº 3: Não fazer planos com antecedência – Um passo importante para evitar gastos desnecessários é planejar e sonhar com as realizações financeiras muito antes delas acontecerem. É importante conversar sobre os sonhos a dois, em família, e fazer metas e contas a longo prazo. A prática evita também as compras por impulso de coisas que não seriam prioridade.
Pecado nº 4: Não reservar dinheiro para as contas anuais – IPTU, IPVA, material escolar, seguro do carro: não deixe as despesas cobradas fielmente todos os anos pegarem você de surpresa e deixarem um rombo nas suas contas. Não vá empurrando para depois ver como que faz. Já que são inevitáveis, vale deixar reservado um dinheiro para essas despesas.
Pecado nº 5: Não dar valor às moedinhas – Valorizar seus centavos pode garantir alguns reais a mais para as pequenas despesas. Se tiver dúvidas, faça um teste: em vez de deixá-las espalhadas por aí, junte todas as moedinhas que receber de troco em um cofrinho e veja o quanto terá até dezembro do ano que vem.
Pecado nº 6 : Comprar sem pechinchar – Depois de pesquisar o melhor preço para o produto que você deseja, negocie com o vendedor e bata o pé: ou compre por menos, ou não compre. As lojas já esperam que você peça um desconto, está embutido no preço. Claro que isso não vale para um saco de feijão, mas pechinchar faz toda a diferença.
Pecado nº 7: Fazer mau uso do cartão de crédito – Usado de maneira inteligente, o cartão de crédito pode ser um aliado; o problema é quando os gastos saem do controle. A facilidade para fazer compras com o cartão acabam levando à armadilha de dividir tudo em parcelas e comprometer grande parte da renda por meses. Parcele somente o inevitável.
Valor de contribuição mínima a partir de 01 de fevereiro de 2009 = R$ 51,15 com o código 1163 (11% sobre o salário mínimo de R$ 465,00)