Balanças e o controle do peso

Posted by Andresa Marina | Uncategorized | Thursday 3 September 2009 17:24

balancaJá se foi o tempo em que as balanças pessoais eram grandes trambolhos de mola com dois ponteiros. O que antes servia apenas para medir o peso do corpo, hoje oferece dados detalhados que distinguem gordura, ossos, músculos, líquidos, etc. O fato é que, seja por causa da tecnologia ou do design, as balanças pessoais atraem cada vez mais consumidores preocupados em perder ou manter o peso. Mas até que ponto se pode confiar nessas informações?

Uma invenção egípcia, as balanças surgiram 5000 a.C para pesar os alimentos e produtos que seriam comercializados. Com o desenvolvimento da tecnologia, este objeto foi ganhando espaço e hoje é um dos principais instrumentos de medição em vários setores da sociedade, inclusive o pessoal.

Quanto às tecnologias, são inúmeras. Vão desde a utilização de sensores (que recebem a pressão exercida sobre a plataforma e enviam para o circuito da balança o impulso que se transforma em peso), até o sistema de bioimpedância, que permite a mensuração de um maior número de variáveis como a gordura, água, etc.  utilizando o princípio de uma corrente elétrica.

Alguns critérios devem ser considerados na hora de escolher a ideal para você, como:
Tamanho da plataforma: Quem tem pés grandes, pode ter um desconforto ao subir em balanças com plataforma pequena. Já as pessoas de pés pequenos podem optar por um produto menor, pois ocupa menos espaço.
Tamanho do visor: Pessoas com dificuldades de visão devem optar por visores maiores.
Modelo: Cores e tipos de plataformas (ABS, vidro, aço) devem ser levados em conta. A balança também fará parte da decoração de um determinado ambiente e não deve parecer um objeto estranho.
Recursos: Existem no mercado produtos que oferecem uma série deles, como medidores de taxa de gordura, líquidos, massa muscular, massa óssea, controle remoto, memória e gráficos de resultados. Escolha de acordo com as suas necessidades.

precisando-emagrecer-balanca-170108Anote os cuidados que aumentam a vida útil de sua balança:

Evite colocar a balança no banheiro. A umidade do ambiente poderá danificar o equipamento. O quarto é uma boa opção;
Não a apóie em cima de tapete. Utilizá-la em piso firme garante a precisão;
Faça uma revisão pelo menos uma vez por ano;
Nunca use agentes químicos na limpeza do equipamento. Dê preferência a um pano levemente úmido;
Suba na plataforma com cuidado.

Saiba se pesar e não tome sustos

Escolher o equipamento certo não basta. Saber utilizá-la é ainda mais importante.
Ao pesar-se na rua, desconsidere cerca de 1,3 kg se estiver usando roupas leves ou 2 kg, para vestimentas mais pesadas. Só uma calça jeans, pesa, em média, 800g;
Procure se pesar sempre no mesmo horário, de manhã, após ir ao banheiro. Durante o dia, há retenção de líquidos e  a medição sofre variações;
É comum que mulheres tenham mais oscilações de peso do que os homens, em média, duas vezes por mês, no período menstrual e na ovulação. A quantidade varia de mulher para mulher e pode ser de 1,5 kg a 5 kg. Por isso, considere o resultado obtido depois que acabar o período menstrual.

Receitinha light: Mousse de Maracujá

Posted by Andresa Marina | Uncategorized | Wednesday 2 September 2009 16:26

Ingredientes:agosto 009

2 latas de creme de leite light
2 latas de leite condensado desnatado
1 copo (300ml) de suco de maracujá concentrado

Modo de preparo

  1. Bater no liquidificador o leite condensado, o creme de leite e o suco de maracujá;
  2. Colocar num recipiente e levar à geladeira;
  3. Para enfeitar, coloque em cima do mousse as sementes do maracujá.

Sugestão: Servir na própria casca do maracujá! Após lavar a casca, faça um corte na extremidade para que fique firme quando colocado sobre a mesa. Fica lindo!

Crianças e comida

Posted by Andresa Marina | Uncategorized | Wednesday 2 September 2009 15:56

comidaQuem tem filhos sabe que a hora das refeições pode se transformar em uma guerra quando as crianças são pequenas. Mais do que fazer os filhos comererem, é preciso educar as crianças para que elas comam alimentos saudáveis. Tudo que as crianças pequenas fazem é direcionado pelos adultos. Os pais determinam a hora de dormir, de acordar, tomar banho, qual roupa vestir. Portanto, brigar, forçar, bater, isso só fará com que eles percebam que podem manipular os pais. Caso as crianças se recusem a comer, diga que está tudo bem, mas eles só poderão comer na hora do próximo lanche ou refeição. Ser paciente e dar tempo a eles assimilarem as comidas não é falta de autoridade.

Dicas:

  • Evite lanches fora de hora: O ideal são seis refeições diárias e evitar beliscar fora desses horários;
  • Não ofereça comida como recompensa: A situação pode ser ainda pior se a recompensa for uma comida gostosa, como um pedaço de bolo. Recompensar uma garfada de brócolis por uma fatia de bolo significa que o vegetal é algo ruim e que o bolo é a melhor coisa que existe. Evitar os subornos com comida também impede futuros problemas de peso. Em vez de sugerir que as frutas e vegetais são ruins ao oferecer uma recompensa, fale das qualidades destes alimentos. O segredo é mostrar como essas comidas são coloridas, como os formatos são diferentes, que eles vêem da fazenda e são cheios de vida;
  • Não ameace a criança com castigos por não cumprir o combinado: “ Se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Isso somente vai aumentar o ódio que a criança sente das saladas;
  • Evite brincadeiras na mesa: Hora de comer é hora de seriedade, evitar fazer brincadeiras. Muito mimo é sinônimo de muita manha;comendo
  • Cuidado para não ceder ao primeiro “Não Gosto Disso”: a criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. Cada um pode comer o que quiser, mas pelo menos, experimentar não custa nada;
  • Evite substituir refeições: Não quer arroz e feijão, então toma uma mamadeira. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir essa estratégia sempre;
  • Não torne a ida a uma lanchonete um programão: Assim, a comida de casa fica sem graça;
  • Não sirva sempre a mesma comida: Se a criança só toma iogurte, então passará o dia todo tomando iogurte. E claro, ela vai enjoar, e vão faltar nutrientes e fibras;
  • Dê exemplo: As crianças são muito influenciadas pelos hábitos dos pais. Isso não quer dizer que os pais devem mentir dizendo que gostam de determinadas comidas, mas eles devem se mostrar abertos a provarem coisas novas. Pais com dietas pobres não podem esperar que os filhos comam de tudo. E não adianta mandar a criança tomar sucos se você somente beber refrigerantes. O mesmo vale para exercícios físicos, é preciso que os pais sejam ativos para que os filhos não caiam na sedentarismo.
  • Mantenha um clima harmonioso durante as refeições: Discussões, gritos à mesa, brigas, queixas e reclamações, mesmo que não se dirijam à criança, acabam tirando o seu apetite;
  • Não force seu filho a comer e nem a comer tudo: Não implique com a criança e respeite o seu paladar e suas necessidades.
  • Exponha a criança à comida: estudos sugerem que uma criança precisa ser exposta até 15 vezes a uma nova comida até que se disponham a prová-la. Por isso, é preciso ter paciência. Os pais não devem forçar as crianças a comer, mas incentivá-las. Ofereça um pouco de comida hoje, mas não espere que eles comam da primeira vez. Ofereça um pouco do mesmo prato no dia seguinte, na semana seguinte. Aos poucos eles vão se habituar à idéia.  Cuidado para não servir apenas comidas desconhecidas. Um bom método é servir um alimento novo e outros três já conhecidos pela criança;
  • Não expulse as crianças da cozinha: Essa estratégia consiste em deixar as crianças participarem do processo de preparo da comida. Deixe-as ajudarem a limpar os alimentos, permita que elas participem da elaboração do cardápio, que misturem os ingredientes. As crianças tendem a provar e comer os alimentos que eles preparam. Levá-las ao mercado para escolher as frutas e vegetais também é um passeio divertido e irá aproximá-las da comida. Um passeio à horta ou a fazenda seria o toque final. Mostre como os alimentos nascem, crescem e se transformam.
  • Comida saudável não quer dizer comida ruim: aproveite_a_vidaMuitas crianças não gostam de vegetais porque acham que eles são “sem graça”. Vegetais cozidos demais ficam murchos e até os adultos podem achá-los desinteressantes. Legumes no vapor apenas também não são atrativos ao paladar infantil. Não tenha receio de cobrir estes alimentos com molhos, queijo ou manteiga. Disfarçar o gosto destes alimentos é uma boa maneira de assimilá-los à dieta das crianças. Outro conselho é “camuflá-los” em tortas ou em massas. Um pouco de espinafre na lasanha ou no macarrão irá enriquecer a refeição e ainda pode ter o apelo divertido da cor.
  • Não proíba as coisas gostosas: Restringir os alimentos que não sejam saudáveis é a maneira mais fácil de levar as crianças direto a eles. O proibido é sempre o mais desejado, e a regra também vale para a comida. Quanto mais os país proíbem um alimento, mais as crianças vão querer. Isso pode criar comportamentos de risco, como quando as crianças compram muitos doces escondidos, roubam as guloseimas dos colegas ou vão a uma festa e se empanturram até passar mal. Uma criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. O importante neste caso é a medida: alguns biscoitos por dia são um agrado. Um hambúrguer ou pizza uma vez por semana irá satisfazer a vontade das crianças por comidas gostosas.

Economize nos supermercados: marcas próprias e promoções

Posted by Andresa Marina | Uncategorized | Tuesday 1 September 2009 17:16

walmart-greatvalue-2Dispostos a enfrentar a concorrência, os supermercados estão investindo cada vez mais na venda de produtos de marca própria. Alguns já conquistaram a preferência do consumidor e estão vendendo mais do que o produto líder.

O que leva o consumidor a mudar seus hábitos na hora de fazer compras é a combinação preço e qualidade. O investimento em produtos de marca própria tem como principais objetivos obter uma maior fidelização dos clientes, aumentar a rentabilidade e reforçar a marca da loja, além de oferecer opções de preços cerca de 20% mais baixos que  os das marcas famosas.

Os produtos mais vendidos concentram-se na área de alimentos e mercearia, de bebidas e higiene pessoal.

Uma dica: acostume-se a observar quem fabrica esses produtos. Você perceberá que são os mesmos de outras marcas já bastante conhecidas. Ou seja, são equivalentes aos que já estamos acostumadas, com o diferencial de terem preços mais em conta.

Para economizar, fique atenta ao preço, pagamento e promoções

As compras de supermercado realmente pesam no orçamento dos consumidores e não há como escapar dessa despesa. Para quem já se conformou com o que gasta mensalmente nos supermercados, no entanto, existem alternativas para economizar. Foi na intenção de ajudar essas pessoas que o Procon-SP, órgão de defesa do consumidor, lançou uma lista de “como fazer uma boa compra nos supermercados a um preço justo”.

Em primeiro lugar, é bom lembrar que o mercado está muito competitivo e, então, o consumidor tem muitas marcas, e preços, para escolher. Mesmo assim, ele não deve deixar de atentar aos próprios hábitos, que chegam a se tornar vilões do orçamento doméstico. O primeiro deles, e que merece destaque, é fazer de maneira equivocada a lista de supermercado, incluindo aquilo que não é necessário. Leve em conta o tamanho e os hábitos da família.

Não faça compras com pressa, porque não terá tempo de comparar preços e medidas, ler os rótulos, verificar data de validade e condições da embalagem. Evite fazer as compras com fome e quando estiver acompanhado de crianças, que pedem produtos desnecessários a todo o momento. Não se engane com embalagens menores, já que podem não ser mais baratas.

Preços

catalogosAntes de ir às compras, conte com um aliado: os encartes publicitários, que servem de pesquisa de preços e para que o consumidor participe de promoções que dizem “cubro a oferta do concorrente”. Com relação ao valor do produto, o Procon-SP dá outras dicas que podem fazer com que a compra pese menos no seu orçamento:

  • Ofertas não significam preço mais barato, mas que o produto está com valor mais baixo do que possui usualmente. Podem haver outras marcas mais em conta;
  • Há oferta em corredores centrais, distantes da gôndola do produto. Esta manobra faz com que o consumidor deixe de comparar com as outras marcas do mesmo tipo de produto;
  • Quando passar os produtos pelo caixa, fique atento aos valores registrados. Havendo diferença entre o que estava informado na gôndola, prevalece o menor preço.

Pagamento

Cartões próprios dos supermercados estabelecem uma data para o pagamento e, por isso, veja qual a melhor data para fazer as compras e aproveitar um maior prazo. Não deixe saldo para o próximo vencimento ou arcará com taxas de juros elevadas. O cartão de crédito do supermercado deve ser usado quando oferecer descontos e não tiver anuidades. Caso contrário, use o seu cartão normal.

No caso de pagamento com cheque, saiba que o estabelecimento não é obrigado a aceitá-lo. Com a finalidade de evitar constrangimentos, o fato deve ser informado previamente. Se for pagar com pré-datado, atente para não deixar a conta descoberta. Por causa das taxas de juros elevadas, nada de usar o cheque especial.

Com a finalidade de desbancar a concorrência, as grandes redes lançam facilidades de pagamento. Para se ter uma idéia, as compras podem ser parceladas em até 25 vezes, prazo superior a dois anos. Neste caso, o consumidor tem direito à informação sobre juro de mora, taxa efetiva anual de juros, acréscimos legalmente previstos, número, periodicidade e valor das prestações e soma total a pagar, com e sem financiamento. No entanto, o parcelamento deve ser evitado na aquisição de bem de consumo básico. Seria interessante evitar comprar parcelado, somente quando a pessoa estiver precisando muito. Neste caso, é preciso analisar a menor taxa de juros e fazer na menor quantidade de parcelas possível, porque, quanto menor o prazo, menos se paga em juros.

Promoções

dinheiro2O Procon-SP ainda orienta o consumidor com relação às promoções. Os estabelecimentos costumam baixar os valores, quando os produtos estão próximos do vencimento. Antes de comprar pelo menor preço, analise se terá condições de consumir o produto até a data indicada ou então estará apenas gastando dinheiro.

Boas ofertas terminam rapidamente. Caso esteja dentro do período promocional e não tenha sido divulgada previamente a quantidade reservada do produto, o comerciante é obrigado a oferecer outro equivalente em seu lugar.

Outro ponto do direito do consumidor que deve ser levantado são as trocas. Independentemente do termo escrito, os produtos duráveis têm garantia legal de 90 dias e os não-duráveis, de 30 dias – para vícios aparentes e de fácil constatação, a partir da entrega efetiva do produto. A troca por tamanho, cor ou gosto é uma liberalidade do estabelecimento.